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Você sabe como ajudar uma pessoa que está em situação de rua?

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Veja essa dica de como ajudar uma pessoa em situação de rua!

• O nosso primeiro pedido é: NÃO DÊ ESMOLA.

• O segundo é: NÃO ACREDITE EM TODAS AS HISTÓRIAS CONTADAS POR QUEM ESTÁ NESTA SITUAÇÃO.

• O terceiro pedido é: quando presenciar alguém nesta situação e quiser ajudar, ligue no 0800 772 772 1 ou 153, pois a Prefeitura tem uma equipe especializada que realizada abordagens todos os dias da semana.

➡️ Por que estes pedidos? Na semana passada, um caso ocorrido em Indaiatuba ganhou grande repercussão nas redes sociais. Uma pessoa em situação de rua, chamada Cristiano, pediu ajuda a alguns cidadãos, afirmando que estava dormindo na Concha Acústica do Parque Ecológico com a esposa e a filha de 11 anos.

➡️ Ao tomar conhecimento do caso, imediatamente a equipe do Creas (Centro de Referência Especializado em Assistência Social) iniciou a busca ativa para encontrar a suposta família. O que descobriu-se: Cristiano estava em Indaiatuba havia poucos dias, era morador em Holambra, não tinha esposa nem filhos, é dependente químico e veio para Indaiatuba “tentar a vida”. Abordado pelas assistentes sociais, ele contou a verdadeira história e aceitou ser ajudado.

Vale ressaltar que o Creas tem 78 pessoas em situação de rua cadastradas atualmente e mensalmente são feitas, em média, 428 abordagens. Na abordagem, é feito o acolhimento, em seguida a triagem, para conhecer o histórico da pessoa. Em seguida, ocorre o encaminhamento para os serviços de apoio, como o Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (Caps-AD), hospital e comunidades terapêuticas. Em diversos casos, é oferecida passagem para a cidade de origem. E finalmente, quando o assistido não desiste do tratamento, é promovida a reinserção na sociedade, com cursos para que retorne ao mercado de trabalho e ajuda na retirada da segunda via de documentos.

Ocorre que, devido à dificuldade de seguir regras e se livrar de vícios, muitas destas pessoas retornam para as ruas, dependendo da ajuda da população para sobreviver e retomar o uso de álcool e drogas.

Por isso, por mais triste que seja a história que estas pessoas contarem, não ofereça esmola. Procure o serviço especializado! Com informações da Guarda Civil.

Imagem: reprodução

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