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Vivendo com diabetes e insulina

A diabetes acontece porque, como a insulina ajuda a reduzir os níveis de açúcar, e o organismo não consegue produzir o hormônio, o açúcar acaba ficando acumulado na corrente sanguínea.

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A glicose é uma das principais fontes de energia do nosso organismo. A insulina é o hormônio responsável pelo transporte desse carboidrato para dentro das células, gerando assim, energia para corpo.

A insulina é produzida pelo pâncreas, órgão que fica dentro do abdômen, abaixo do estomago. Além de levar glicose para as células, o hormônio também é responsável por controlar os níveis de açúcar no organismo.

Existem alguns organismos que possuem dificuldade em produzir a insulina. Há pessoas que possuem resistência a esse hormônio, já outras têm um pâncreas incapaz de produzi-la, o que acaba gerando doenças como a diabetes.

A diabetes acontece porque, como a insulina ajuda a reduzir os níveis de açúcar, e o organismo não consegue produzir o hormônio, o açúcar acaba ficando acumulado na corrente sanguínea. Por isso, pessoas que têm diabetes ou quaisquer dificuldades de produzir a insulina naturalmente, precisam de formas alternativas para que o corpo tenha o hormônio.

O Diabetes é uma doença séria, que requer cuidados especiais e é a terceira causa de morte no mundo. Mas há como lidar com ela de maneira tranquila. Neste sentido, prevenção, controle e informação são os caminhos mais indicados para isso. A desinformação em conjunto com o pior da vida moderna, o sedentarismo e os maus hábitos alimentares, é a grande responsável pelo agravamento do quadro da Diabetes. No entanto, ao se adotar um estilo de vida saudável é possível controlar e até evitar a doença.

Existem fatores de risco que podem levar a doença, como Obesidade (inclusive a obesidade infantil); Hereditariedade; Falta de atividade física regular; Hipertensão; Níveis altos de colesterol e triglicérides; Medicamentos, como os à base de cortisona; Idade acima dos 40 anos (para o diabetes tipo II); Estresse emocional.

Muitos cuidados são necessários ao se identificar a doença:

– Alimentação: o   diabético deve procurar ajuda para elaborar o cardápio adequado para seu caso. Não é necessário que se prive por toda a vida dos alimentos de que mais gosta. Uma vez ou outra, o diabético poderá saboreá-los desde que o faça com parcimônia.

– Exercícios físicos: um programa regular de exercícios físicos irá ajudar a controlar o nível de açúcar no sangue. Portanto, eles devem ser prioridade na rotina de vida do diabético.

– Fumo: o fumo provoca estreitamento das artérias e veias. Como o diabetes compromete a circulação nos pequenos vasos sanguíneos (retina e rins) e nos grandes vasos (coração e cérebro), fumar pode acelerar o processo e o aparecimento de complicações;

– Exames laboratoriais: o controle da pressão arterial e dos níveis de colesterol e triglicérides deve ser feito com regularidade;

– Medicamentos contraindicados: medicamentos à base de cortisona aumentam os níveis de glicose no sangue. Evite-os;

– Diagnóstico: o diagnóstico precoce é o primeiro passo para o sucesso do tratamento. Procure logo um serviço de saúde se está urinando demais e sentindo muita sede e muita fome.

Procure sempre a orientação de profissionais adequados, devidamente certificados, para que possam lhe ajudar em todos os sentidos. A informação e o planejamento de uma equipe multidisciplinar, é muito importante para este tratamento.

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