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Viracopos fecha 2018 com 63,2% de capacidade ociosa

Em todo ano passado o fluxo foi de 9,2 milhões de passageiros; aeroporto tem atualmente 63,2% de sua capacidade inutilizada

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O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, fechou o ano de 2018 com apenas 36,8% da movimentação de passageiros suportada por sua estrutura. Em 2016, a concessionária Aeroportos Brasil concluiu a reforma que aumentou a capacidade do aeroporto para uma movimentação de 25 milhões de passageiros por ano.

Em todo ano passado, no entanto, o fluxo foi de 9,2 milhões de passageiros. Ou seja: o aeroporto tem atualmente 63,2% de sua capacidade inutilizada.

O número também é praticamente a metade dos 18 milhões de passageiros previstos para 2018, conforme estudo feito pelo governo federal antes de entregar o aeroporto para a iniciativa privada, em 2012.

Os 9,2 milhões de passageiros em 2018 também representam o menor volume desde 2013, primeiro ano completo de privatização do aeroporto e quando a concessionária, que assumiu na metade de 2012, começou a divulgar as estatísticas.

O balanço final do ano passado seguiu uma tendência de queda apresentada durante a primeira metade de 2018. Em julho, o movimento de passageiros em Viracopos começou a apresentar melhora. Os dados correspondem a embarque e desembarque dos voos domésticos, internacionais e conexões. Na comparação com 2017, a redução foi de 1%.

Ainda de acordo com o balanço da concessionária, em dezembro, passaram pelo aeroporto 843,6 mil passageiros. O índice foi o segundo melhor de 2018, atrás do volume registrado em julho, mês de férias, com 860,7 mil pessoas.

A concessionária Aeroportos Brasil informou, nesta sexta-feira (11), que a expectativa é de alta na movimentação de passageiros neste ano por conta do aumento de rotas internacionais no terminal.

Atualmente, Viracopos tem voos para Orlando, Fort Lauderdale, Lisboa, Paris e Buenos Aires. A partir de julho, somam-se ainda os destinos de Porto e Bariloche.

Além disso, a justificativa da administração do aeroporto também foi a Greve dos Caminhoneiros, que causou uma crise de desabastecimento em maio do ano passado, e “impactou negativamente na movimentação de passageiros, já que dezenas de voos foram cancelados”. Com informações do A CidadeON

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