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Talento, pontos fortes e pontos fracos: quais são os seus e como trabalhar com eles?

Para que possamos traçar uma boa estratégia de desenvolvimento pessoal, é preciso nos autoconhecer, uma tarefa complicada em nossos dias, e entender quais pontos valem a pena nos aprimorar.

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“Vamos em frente e sejamos o que fomos criados para ser, evitando nos comparar uns aos outros com inveja e orgulho ou tentar ser o que não somos.” Eugene Peterson

Para que possamos traçar uma boa estratégia de desenvolvimento pessoal, é preciso nos autoconhecer, uma tarefa complicada em nossos dias, e entender quais pontos valem a pena nos aprimorar.

Acredito que a partir do momento onde passamos a ter um melhor entendimento sobre a vida, começamos a compreender que nossa personalidade é formada por pontos fortes e pontos fracos. Eles são fatores positivos ou negativos, podem ser aumentados ou diminuídos e até mesmo eliminados ao longo da nossa vida, fato que pode ocorrer de uma maneira consciente ou inconsciente.

Infelizmente muitos de nós deixamos de acreditar que temos a capacidade de mudar nossa maneira de se comportar. E para dificultar um pouco mais, algumas pessoas possuem o mesmo pensamento ao nosso respeito. Bem, se esse for o caso, em caráter de urgência precisamos reverter este pensamento e acreditar que tal capacidade faz parte da nossa essência. Todos podemos fazer ajustes na nossa personalidade e possuir um bom caráter que deve permanecer enraizado de forma integra para toda vida.

Todos devemos ter em mente uma condição de estado que faça sempre toda diferença. E para alcança-lo, precisamos simplesmente ajustar nossas atitudes para que, passo a passo, possamos caminhar da maneira que for necessária até o nosso objetivo final. Para conseguir realizar as ações necessárias e relevantes, precisamos conhecer, dentre outras características, nossos pontos fortes e pontos fracos.

De maneira geral, quanto mais pontos positivos tivermos e mais intensos eles forem, melhor. Para os pontos negativos vale o inverso, quanto menos melhor e, quando houverem, que sejam brandos.

 É normal ao não obtermos sucesso numa habilidade pretendida, ficarmos frustrados e estressados. Acredite: fazer o nosso melhor é o suficiente. Portanto, ao desejarmos potencializar nosso rendimento, seja em que área for, que tomemos um passo de cada vez e sempre focados. O ideal é que possamos explorar ao máximo e aperfeiçoar nossos pontos fortes sem ignorar ou deixar de lado nossas fraquezas.

Soa contraditório, mas a verdade é que: somos luz e sombra, então é praticamente impossível simplesmente eliminar um dos lados de nossa personalidade na tentativa de desenvolver o outro.

Devemos sempre pensar o seguinte: Qual o melhor que eu posso fazer para priorizar minhas qualidades? Talvez nossa intuição irá nos conduzir naturalmente no sentido de exercitar a substituição dos pensamentos negativos pelos positivos.

Avaliar nossas vidas em busca dos próprios pontos fortes e fracos pode parecer uma tarefa difícil, mas é essencial para nos conhecer ainda mais e aprimorar nosso desenvolvimento. Um ponto forte é a capacidade que possuímos de executar alguma atividade de maneira quase perfeita e consistente, com uma ótima qualidade. Por outro lado, um ponto fraco é a incapacidade que possuímos de realizar algo com qualidade e consistência.

Para desenvolver nossos pontos fortes, precisamos antes de tudo identificar claramente nossos talentos naturais, cultivá-los e transformá-los em força. E a melhor maneira de conseguirmos fazer isto, é ganhando em uma sã consciência. Todos somos dotados de talentos e qualidades. Todos somos pessoas especiais e únicas, portanto, naturalmente boas em alguma coisa. Todos podemos explorar nossos pontos fortes, nossas forças e não estagnar nos pontos fracos e defeitos.

É uma pena, mas infelizmente possuímos a tendência de viver focalizados nos problemas e nos pontos negativos, parece ser mais fácil estagnar nos defeitos do que buscar as qualidades. Falhas e problemas são desafiadores pois requerem muitas vezes engenhosidade para solucioná-los.

Portanto, é esperançoso acreditarmos que toda competência pode ser desenvolvida, desde que estejamos dispostos a fazê-lo. A lógica é clara em afirmar que devemos investir muito mais em nossos pontos fortes do que nos pontos fracos já que teoricamente os exercitamos de forma natural. Isso leva a crer que com pouco de treino podemos nos tornar excelentes no que já somos bons. Da para evoluir de “péssimo” para “mais ou menos” ou de “mais ou menos” para bons e por aí em diante, mas é obvio que precisamos investir sempre. Aprimorar essa habilidade existente deve ser algo prazeroso. Para potencializar nossos pontos fortes não devemos ter limites, quanto mais, melhor!

Certamente já compreendemos que temos de ter consciência daquilo que somos bons e do que somos piores!

Uma das nossas qualidades deveria ser a de perceber quais são os nossos limites e de ser realistas quanto a eles. Objetivos irreais e falsa positividade podem ser os piores inimigos, até por corrermos o risco de ficar imaginando que podemos chegar mais longe simplesmente por pensar positivo e imaginar um final maravilhoso, quando na verdade o que precisamos é de dedicação, tempo e motivação ao que desejamos.

Novamente: nossos pontos fortes devem ser nossa fortaleza e diferencial. Potencializa-los depende apenas da nossa determinação em desenvolver aptidões relacionadas às áreas em que possuímos maior facilidade e habilidade. Que possamos desenvolver o hábito de aprimorar consistentemente nossos talentos. Que possamos desempenhar nossas atividades com maestria.

Um grande referencial para o que estamos falando é a vitória do “pequeno”, porém valente Davi, contra o gigante e prepotente Golias. História narrada no livro de I Samuel 17.32-51:

“Davi disse a Saul: “Ninguém deve ficar com o coração abatido por causa desse filisteu; teu servo irá e lutará com ele”. Respondeu Saul: “Você não tem condições de lutar contra este filisteu; você é apenas um rapaz, e ele é um guerreiro desde a mocidade”. Davi, entretanto, disse a Saul: “Teu servo toma conta das ovelhas de seu pai. Quando aparece um leão ou um urso e leva uma ovelha do rebanho, eu vou atrás dele, atinjo-o com golpes e livro a ovelha de sua boca. Quando se vira contra mim, eu o pego pela juba, atinjo-o com golpes até matá-lo. Teu servo é capaz de matar tanto um leão quanto um urso; esse filisteu… será como um deles, pois desafiou os exércitos do Deus vivo… Diante disso Saul disse a Davi: “Vá, e que o Senhor esteja com você”. Então Saul vestiu Davi com sua própria túnica. Colocou-lhe uma armadura e um capacete de bronze na cabeça. Davi prendeu sua espada sobre a túnica e tentou andar, pois não estava acostumado àquilo. E disse a Saul: “Não consigo andar com isto, pois não estou acostumado”. Assim tirou tudo aquilo, e em seguida pegou seu cajado, escolheu no riacho cinco pedras lisas, colocou-as na bolsa, isto é, no seu alforje de pastor e, com sua atiradeira na mão, aproximou-se do filisteu. Enquanto isso, o filisteu, com seu escudeiro à frente, vinha se aproximando de Davi. Olhou para Davi com desprezo, viu que era só um rapaz, ruivo e de boa aparência, e fez pouco caso dele. E disse a Davi: “Por acaso sou um cão para que você venha contra mim com pedaços de pau? ” … e disse: “Venha aqui, e darei sua carne às aves do céu e aos animais do campo! ” E Davi disse ao filisteu: “Você vem contra mim com espada, com lança e com dardo, mas eu vou contra você em nome do Senhor dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem você desafiou.

Hoje mesmo o Senhor o entregará nas minhas mãos, e eu o matarei e cortarei a sua cabeça… Quando o filisteu começou a vir na direção de Davi, este correu depressa na direção da linha de batalha para enfrentá-lo. Retirando uma pedra de seu alforje ele a arremessou com a atiradeira e atingiu o filisteu na testa, de tal modo que ela ficou encravada, e ele caiu com o rosto no chão… Davi correu e se pôs de pé sobre ele; e desembainhando a espada do filisteu acabou de matá-lo, cortando-lhe a cabeça com ela. Quando os filisteus viram que seu guerreiro estava morto, recuaram e fugiram.”

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