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Superproteção infantil: entenda como ela pode ser prejudicial para criança

As pessoas superprotegidas, tem a tendência a sentir um vazio interno que nada preenche.

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O significado de superproteção é cuidado exagerado, no caso da educação infantil cuidado exagerado para evitar qualquer sofrimento ou decepção ao filho.

Nos primeiros passos por exemplo, cuidado para evitar acidentes, mas não passar medos à criança pois isto interfere nos próximos passos.

Não é possível em toda a vida os pais terem controle sobre seus filhos, e sendo assim que tal deixa-los desenvolver-se com mais tranquilidade e dando para eles a condução tranquila e adequada para cada idade que ele tiver?

Uma palavra que ouvimos muito desde a nossa infância e; é para seu bem não é mesmo? E quantas vezes nos sentimos sufocados na época que fomos crianças quando não podíamos fazer o que tínhamos condição de fazer?

A atitude de superproteção impede o desenvolvimento psicoemocional, principalmente por ser esta a fase de maior plasticidade do cérebro, pois é a fase de crescimento e desenvolvimento físico, emocional e psicológico.

A superproteção como a negligência é prejudicial ao desenvolvimento infantil.

Imagem/Reprodução

A autonomia é importantíssima nesta fase, mas lembrando que a autonomia que a criança tem a capacidade de ter de acordo com a sua idade.

A superproteção torna a criança dependente, passiva, tímida, emocionalmente imatura.

Para cada idade de acordo com o aprendizado e suas vivencias o quadro psicológico pode ser diferente.

A criança do nascimento até 6 anos que é uma fase crítica na formação da personalidade pode tornar-se tímida e imatura, egoístas e acima desta idade até a adolescência pode tornar-se insegura, egoísta, ter dificuldade de relacionamentos.

Quando eu com pai ou mãe não dou espaço para a expressão e ação do meu filho passo a mensagem que ele(a) não é capaz e no futuro espero e exijo que a conduta dele seja de acordo com a idade, mas como poderá assim ser se não houve o aprendizado?

Como não há espontaneidade neste processo a criança em estresse apresenta alterações físicas e bioquímicas em seu cérebro como por exemplo, alterações na região pré-frontal área esta, responsável pelas funções de execução, aprendizado, raciocínio, tomada de decisões, memorização e controle emocional. vê quantos comprometimentos?

Um segundo efeito já comprovado através de estudos, é excesso de cortisol, hormônio presente quando se há estresse importante e baixa de dopamina um hormônio responsável pelo bem estar, alegria, felicidade, prejudicando as funções e desenvolvimento cerebral.

As pessoas superprotegidas, tem a tendência a sentir um vazio interno que nada preenche.

Um dos comportamentos desencadeados pela superproteção é a teimosia a depender da personalidade da criança.

Imagem/Reprodução

O que pode causar a superproteção?

Dependência emocional, insegurança, baixa intolerância às frustrações, passividade, dificuldade de tomar decisões, depressão, asma, alergias, egoísmo, individualismo, dores no corpo de cabeça devido tensão e estresse, timidez, dificuldade de relacionamentos…

E como são os pais super protetores frequentemente?

Controladores, inseguros, ansiosos, cuidadosos excessivamente, olham os filhos com crianças sempre mesmo que cresçam aos seus olhos, dormem na cama com os filhos ou filhos na cama com eles, tentam evitar sofrimento, fazem pequenas atividades que a criança poderia fazer como escolher sua própria roupa, retardam tirar chupetas e fraldas, tentam evitar qualquer sofrimento, não sabem ver o filho chorar…

Não superproteger, não negligenciar, mas observar em cada idade o que a criança pode fazer e no momento necessário dar o limite educativo, amoroso e firme.

Algumas dicas para os pais, cuidadores e professores:

  • Não fazer pela criança o que ela pode fazer sozinha.
  • Ser firme no não
  • Ser paciente diante do choro da criança diante das frustrações
  • Encorajar a criança a fazer o que pode ser feito por ela
  • Permitir o brincar livremente, mas sob vigilância tranquila dos pais
  • Reconhecer a importância da criança errar
  • Tratar a criança como um ser capaz e que merece aprender
  • Ajudar a criança a lidar com a frustração, não dando tudo e nem fazendo tudo por elas.
  • Deixa-los ser responsável pelos seus atos sob vigilância.

No processo educacional os pais aprendem as crianças aprendem mas também elas ensinam aos pais que precisam de atenção, amor cuidados e a oportunidade de se tornarem independentes, confiantes e capazes.

 

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