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Spirulina: realmente funciona, para que serve, benefícios e como usar

A spirulina apresenta uma grande quantidade de proteínas – cerca de 60% de sua composição. Ela também possui vitaminas, como o betacaroteno (que pode ser convertido em vitamina A) e vitamina B12

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Entre as dietas e produtos emagrecedores da moda, nem tudo que aparece é exatamente uma novidade. A mais recente tendência entre as “cápsulas emagrecedoras” é a spirulina, que já teve seu momento de fama, mas que, com o lançamento de uma nova variação, foi trazida de volta para uma posição de destaque. Uma grande rede especializada em alimentos saudáveis lançou em agosto as cápsulas de spirulina pacífica havaiana. Do mês de lançamento até outubro, a empresa registrou um aumento de 220% nas vendas do produto, segundo informações.

O surgimento de suplementos no mercado que prometem efeitos emagrecedores ocorre com certa frequência. O problema é que nem sempre esses produtos apresentam comprovação científica de seus supostos efeitos benéficos, conforme informação da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem).

Segundo especialistas, apesar de ter sido considerada uma alga por muito tempo – e de ainda ser divulgada como tal – a spirulina é uma bactéria capaz de fazer fotossíntese, denominada cianobactéria. Ela vive em colônias com aparência semelhante a algas, o que colaborou para a confusão que durou anos para ser desfeita. As espécies que costumam ser vendidas em cápsulas são a Arthrospira máxima e Arthrospira platensis. Elas foram identificadas erroneamente como Spirulina e este nome acabou permanecendo comercialmente.

A spirulina apresenta uma grande quantidade de proteínas – cerca de 60% de sua composição. Ela também possui vitaminas, como o betacaroteno (que pode ser convertido em vitamina A) e vitamina B12. Apesar da composição, especialistas não se mostram confiantes em relação ao efeito emagrecedor prometido. A principal razão apontada é a falta de comprovação científica.

Segundo informações da Anvisa, a spirulina não está registrada na categoria de “alimentos com alegação de propriedade funcional”. Assim, ela não pode ser vendida com a indicação de substância emagrecedora, segundo fontes de informação específica.

Portanto, antes de qualquer iniciativa, procure sempre um profissional adequado, devidamente certificado, que possa lhe orientar de forma correta, em relação ao assunto citado.

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