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Rosenberg esfria empolgação do Corinthians por patrocínio master

Com previsão de arrecadar R$ 64 milhões nos patrocínios de 2019, vista como “conservadora” pela própria diretoria financeira, o Timão atingiria quase a metade do previsto já nos primeiros dias do ano caso o otimismo se confirmasse.

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Uma semana depois de o diretor financeiro do Corinthians, Matias Romano de Ávila, esbanjar confiança na assinatura de um novo vínculo para patrocínio master de camisa assim que o ano mudar de 2018 para 2019, o otimismo foi freado nos últimos dias. Diretor de marketing do clube e diretamente envolvido na busca por anunciantes no espaço mais nobre da camisa, Luis Paulo Rosenberg não vê uma negociação próxima do desfecho.

“Não, não dá para falar isso. Negociação você só sabe na hora se está certo ou não. Só é certo quando assina”, comentou, à Rádio Transamérica, Rosenberg, que apresentou à imprensa a parceria com a IBM na sexta-feira, contrastando com as falas tanto do diretor financeiro quanto do presidente do clube, Andrés Sanchez.

“Estamos trabalhando para que o clube inicie o ano com patrocínio master”, afirmou Ávila no dia 11 de dezembro, indo ao encontro do que disse o presidente Andrés Sanchez, no dia anterior. “Nós vamos arrumar um (patrocínio) nos próximos dias”, falou o mandatário à Kiss FM. Pouco depois, Ávila deixaria claro que espera algo em torno de R$ 30 milhões por esse espaço da camisa.

 

O panorama que mais anima a busca é a expectativa de melhora nos índices econômicos, na avaliação do mercado, com a posse do presidente eleito Jair Bolsonaro. Soma-se a isso dois pontos: a liberação de capital estrangeiro em maioria nas companhias aéreas brasileiras e a publicidade de sites de aposta nas camisas de futebol, algo que tem grande relevância em países como a Inglaterra.

Há um consenso, no entanto, que poucas empresas têm investido no futebol como associação viável para a marca. Além disso, apesar de o tom ser de R$ 30 milhões pelo espaço na frente da camisa, há certo consenso que R$ 20 milhões seria uma proposta bastante aceitável pelo momento. Desde que deixou de ter a Caixa, o Timão não recebeu nem uma oferta concreta de longo prazo pelo patrocínio master.

Com previsão de arrecadar R$ 64 milhões nos patrocínios de 2019, vista como “conservadora” pela própria diretoria financeira, o Timão atingiria quase a metade do previsto já nos primeiros dias do ano caso o otimismo se confirmasse. Agora, no entanto, apesar de Rosenberg reconhecer que há mais chance de isso acontecer, a ideia é arrefecer os ânimos. Com informações da Gazeta Esportiva

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