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Nova Odessa tem sete substitutos de médicos cubanos; outros dois são aguardados

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Em Piracicaba, 11 médicos se apresentaram. Prazo para que todos comecem é 14 de dezembro.

 

Sete médicos se apresentaram em Nova Odessa (SP) para substituir as oito cubanas que deixaram de atender na cidade pelo Programa Mais Médicos, do Governo Federal. Segundo a prefeitura, três começaram a trabalhar na tarde desta quarta-feira (5) e os outros quatro vão começar até 14 de dezembro. O município espera, ainda, mais dois profissionais, já que o edital previu nove vagas para a cidade.

Já em Piracicaba, o número de substitutos subiu para 11. Até sexta-feira (30), 10 profissionais haviam se apresentado. No total a cidade tem 22 vagas pelo edital. A saída dos profissionais cubanos foi anunciada em 14 de novembro por decisão do governo do país.

Nova Odessa

 

Segundo a prefeitura, iniciaram o atendimento nesta terça os médicos Thiago do Amaral Gomes (UBS 2 Jardim São Jorge), Juliana Ramos de Assis (UBS 5 – Jardim Alvorada) e Karen Stephanie Puga Maldonado (UBS 3 –Jardim São Manoel).

Leonídio Borges Leal Filho (UBS 2), Sebastião da Cunha Soares (UBS 1), Rodrigo Machado da Silva (UBS 3) e Bruna Welsk de Carvalho (UBS 5) devem começar até 14 de dezembro, conforme a administração municipal.

Todos os profissionais são clínicos gerais e vão atender na atenção básica, assim como os cubanos que deixaram os postos.

“Pelo contrato, os médicos terão direito à auxílio moradia no valor de R$ 2,1 mil e R$ 700 de auxílio-alimentação, além do salário de R$ 11,8 mil”, informou a prefeitura. O salário é pago pelo Ministério da Saúde, enquanto os auxílios ficam a cargo da prefeitura.

O Executivo informou, ainda, que se os outros dois médicos não se apresentarem a Secretaria Municipal de Saúde fará novas solicitações ao Ministério da Saúde.

Piracicaba

 

Com os 11 médicos, a cidade chegou a 50% das vagas preenchidas, informou nesta quarta-feira (5) a Secretaria Municipal de Saúde.

A expectativa é que outros 11 se apresentem até 14 de dezembro, já que a informação recebida pela prefeitura é de que todas estavam preenchidas no edital do Ministério da Saúde.

No município, 23 médicos cubanos deixaram de atender na atenção básica em 21 de novembro, oito dias depois da decisão do governo de Cuba de deixar o programa. Na mesma data, outras cinco cidades da região confirmaram que os profissionais também pararam.

Imagem: Reprodução

Com informações do G1

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