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Limeira: Índice de larvas do Aedes aegypti põe cidade em estado de alerta

Somente em 2019 já foram registrados 11 casos de dengue, número próximo ao total do ano todo de 2018.

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A Prefeitura de Limeira (SP) decretou estado de alerta na cidade em razão do risco de proliferação do mosquito Aeges aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya. O decreto foi publicado no Diário Oficial nesta quarta-feira (14) após o resultado da medição de densidade larvária no município, realizada em janeiro.

Somente nos primeiros 45 dias de 2019 já foram registrados 11 casos confirmados de dengue, número que quase alcança o total de casos em todo o ano de 2018, que foi de 14, e já é igual a metade dos casos confirmados em 2017.

O índice de densidade larvária é estabelecido pelo Ministério da Saúde. Quando inferior a 1, indica condição satisfatória. De 1 a 3,9 configura-se situação de alerta e acima de 3,9 o parâmetro indica situação de risco. Em Limeira, a medição apontou índice de 1,9.

Metodologia

Para o levantamento foram analisados 4.786 endereços em regiões distintas da cidade. O índice é calculado através da relação entre o número de imóveis com casos positivos de Aedes aegypti (85 em Limeira), multiplicado por 100 e dividido pelo número de imóveis analisados.

Medidas

Com a publicação do decreto, uma série de medidas devem ser tomadas pela prefeitura. Dentre elas estão a criação do Gabinete de Prevenção e Emergência no Combate ao Aedes aegypti.

A função do gabinete será ampliar a divulgação da situação epidemiológica do município, bem como as ações desenvolvidas no controle do mosquito.

Além do prefeito Mário Botion (PSD), que irá presidir o gabinete, também fará parte o secretário municipal de saúde Vitor Santos e demais membros do Comitê de Prevenção e Controle das Arboviroses Urbanas, prestando auxílio.

Foi determinada também a participação de um representante de cada autarquia e secretaria municipais.

O decreto também prevê que os processos licitatórios de aquisição de bens, serviços e insumos utilizados no combate ao Aedes aegypti tenham tramitação prioritária.

Com informações do G1

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