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Indústria da RMC tem pior geração de emprego em três anos no 1º quadrimestre, segundo Ciesp

De janeiro a abril, regional do município fechou 700 postos de trabalho, pior índice desde 2016, segundo o Ciesp.

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A indústria da região de Campinas (SP) teve a pior geração de emprego dos últimos três anos em um 1º quadrimestre. De acordo com dados do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp-SP), de janeiro a abril, a regional da entidade fechou 700 postos de trabalho, pior índice desde 2016, quando as empresas demitiram 1,8 mil funcionários.

De 2016 até 2019, o ano com mais vagas abertas na indústria foi 2018, com 2,9 mil. No mês de abril, o balanço da entidade industrial também apontou saldo negativo e fechou com 100 demissões. Já no acumulado dos últimos 12 meses (abril de 2018 até abril de 2019), foram 2,1 mil postos de trabalho perdidos.

Veja no gráfico abaixo todos os índices de geração de emprego na indústria de Campinas no primeiro bimestre desde 2016.

No acumulado do ano, o setor que mais contribuiu para a queda foi o de produtos diversos (-23,68%), seguido de móveis (-14,63%), impressão e reprodução de gravações (-8,70%) e produtos de madeira (-7,14%).

Já as áreas que mais favoreceram as variações negativas de abril foram as de móveis (-10,04%), produtos têxteis (-2,78%), outros equipamentos de transporte (-2,37%), além de produtos de madeira (-2,15%).

A regional do Ciesp em Campinas atende 500 empresas instaladas em Águas de Lindóia, Amparo, Artur Nogueira, Conchal, Estiva Gerbi, Holambra, Hortolândia, Itapira, Jaguariúna, Lindoia, Mogi Guaçu, Mogi Mirim, Paulínia, Pedreira, Santo Antônio de Posse, Serra Negra, Sumaré e Valinhos. Entre elas, há 58 multinacionais e 442 nacionais, que faturam, em média, R$ 37 bilhões por ano. Com informações do G1.

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