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Ficar muito tempo sem fazer sexo pode fazer mal?

Caras que se masturbam ou têm vida sexual ativa são pouco propensos ao gozo noturno, por usarem sempre seus “estoques”

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Ficar sem fazer sexo não é nada que um homem não consiga administrar. A fase “em branco” pode acontecer por mil razões (pessoais, morais, afetivas, religiosas), por um período curto ou por toda a vida. Mas descobri um artigo na revista americana Reader’s Digest que levanta uma questão interessante: qual o impacto que a falta de sexo provoca no corpo?

O conceito desse “muito tempo” também varia de homem para homem. Para uns podem ser dias, para outros meses, anos. A abstinência sexual afeta cada um de acordo com a idade, a libido e o estado psicológico e emocional. Depende também se o homem parou de transar por  decisão pessoal, por impossibilidade física (estar doente, por exemplo), por dificuldade de encontrar um(a) parceiro(a) ou até porque sua cara-metade não pode ou quer transar (nesse caso, traição está fora de questão, ok?). Tem gente até que depois de uma fase de furor sexual resolve tirar umas “férias” e focar em outros aspectos da vida, pelo menos por um tempo.

No homem, quase sempre a abstinência sexual é acompanhada de um fenômeno fisiológico chamado polução noturna, a ejaculação involuntária durante o sono. O organismo produz esperma continuamente, e como os órgãos sexuais internos não têm capacidade grande de armazenamento, o sêmen precisa ser eliminado de tempos em tempos. Caras que se masturbam ou têm vida sexual ativa são pouco propensos ao gozo noturno, por usarem sempre seus “estoques”. A polução noturna é normal, ocorre com todos os homens, mais acentuadamente na adolescência mas pode se estender por toda a vida. Seu único inconveniente é acordar com a cueca, o pijama ou o lençol melado.

Quando fica sem fazer sexo muito tempo você pode:

  • Sentir cada vez menos vontade de fazer sexo

 

Quanto menos se pensa em sexo, menos se pensa em sexo, diz uma teoria da psicologia. Alguns homens celibatários podem experimentar uma progressiva queda na libido e sentir cada vez menos urgência ou vontade de transar. Com esse tema fora do círculo de atenção, diminui ainda mais o interesse por buscar sexo. Seria algo do tipo “O que os olhos não veem, o coração não sente”. Só que, no caso, não seria bem o coração que não sente nada.

  • Ficar triste e deprimido

 

O sexo é um antidepressivo natural, porque o orgasmo libera o hormônio oxitocina (aquele que faz a gente ficar abraçado depois de gozar), ligado à sensação de bem-estar. A conexão com outra pessoa por meio de carícias e toques  também supre, ainda que só em parte, nosso desejo primordial e instintivo de receber afeto e carinho. Sem o benefício desses estimulantes naturais, pode-se ficar propenso a se sentir para baixo, porque segundo os médicos há correlação entre falta de atividade sexual e estados depressivos.

Mas alto lá! Ao ficar sem fazer sexo, ninguém se enquadra automaticamente no diagnóstico médico de “depressão” como doença. Não é uma relação de “causa e efeito”, ainda que queda da libido e desinteresse por sexo sejam sintomas clínicos de depressão. Não é só porque está numa fase em branco que alguém vai necessariamente ficar deprimido. Mas como o humor e a autoestima vão lá para baixo e a tristeza e a carência afetiva sobem às alturas, cada um lida com isso do jeito que é capaz.

  • Ficar mais estressado

Se o sexo é um calmante para você, ficar na abstinência pode causar um aumento no seu nível de estresse, causando nervosismo, ansiedade, falta de concentração. O inverso também é verdadeiro, segundo a Reader´s Digest, que diz que “as pessoas menos estressadas tendem a ter mais relações sexuais”. Até porque procuram e concretizam o sexo de forma mais relaxada, menos ansiosa e, no caso dos homens, sem medo de falhar na hora H. O resumo é: o sexo relaxa, mas é preciso estar relaxado para ter mais chances de fazer sexo.

  • Perder vitalidade e energia

 

A energia sexual é uma energia poderosa, primitiva, instintiva, ligada à ação e à vontade (para as filosofias indianas, é uma força que move o ser humano). A falta de sexo pode acarretar queda na vitalidade e no pique, desânimo para se exercitar.

  • Sentir medo de voltar a fazer sexo

Quanto mais tempo se fica sem fazer sexo, mais aumenta o risco de sentir insegurança de não saber mais fazer bem a coisa (acontece principalmente com caras mais jovens). Bobagem. Fazer sexo é como andar de bicicleta, não se desaprende. Mas como nós, homens, desde crianças somos criados e condicionados para tomarmos a iniciativa, conduzir a transa e nunca falhar ou desapontar na performance, é normal sentir receio depois de um longo período de inatividade. Se sua vida sexual era satisfatória antes dessa fase, vai continuar satisfatória quando a festa recomeçar.

  • Pensar em sexo o tempo todo

 

Esse é outro sintoma da abstinência sexual, quando ela acontece contra a vontade. Em vez de sentir cada vez menos vontade de fazer sexo (como expliquei lá em cima), a busca por uma transa vira obsessão. O homem entra nos aplicativos de sexo e, quando nada acontece, a combinação de frustração com tesão aumentado joga mais lenha na fogueira.

Pode-se começar a apelar para a masturbação frenética, até várias vezes por dia, ou começar a assistir a vídeos pornôs sem fim. O risco é que isso vire compulsão ou vício: a facilidade de aliviar a tensão sexual por conta própria pode levar o homem a se afastar da “vida real” e desistir da procura por pessoas de carne e osso. Resultado: mais e mais tempo afastado das relações sexuais. Com informações do Homem no Espelho

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