Z1 Portal de Notícias
Site de notícias de indaiatuba e região.

Esclareça suas dúvidas sobre Guarda Compartilhada

Na guarda compartilhada, como o próprio nome sugere, a responsabilidade é de ambos os Pais e de maneira integral

52

Com fim do relacionamento, além de toda parte de divisão de bens, toda formalidade que exige no rompimento do vínculo matrimonial, os casais que possuem filhos, tem que regulamentar a guarda da criança.

Tal decisão, pode acontecer de várias formas, evidente que a mais fácil, ou menos traumatizante, é quando o casa está de comum acordo, no entanto, caso isso não ocorra quem irá decidir será a justiça.

Nesse caso, a Justiça vai analisar uma série a situação dos pais, afim de verificar, quem poderá proporcionar o melhor desenvolvimento e bem estar da criança, bem como a visitação do daquele que perder a aguarda.

Todavia, a justiça busca nas audiências de conciliação uma composição das partes, repita-se sempre visando o melhor para a criança, não é por menos que os juízes, sempre que possível, privilegiam a guarda compartilhada, pois segundo os “especialistas”, o modelo que oferece em tese, um maior benefício para o desenvolvimento da criança, é a guarda compartilhada.

Na guarda compartilhada, como o próprio nome sugere, a responsabilidade é de ambos os Pais e de maneira integral, não só na parte financeira, mas também na educação, e os cuidados do dia-a-dia.

Ressalta-se que guarda compartilhada não é aquela em que a criança, por exemplo, fica 15 dias com a mãe e quinze dias com o pai, isso é guarda alternada.

Na guarda compartilhada, o menor tem como referencia a casa de um dos Pais, no entanto, não existe dias preestabelecidos para visita, e ambos os pais se tornam responsáveis pela rotina do menor como: levar ao colégio, médico, diverso, reuniões escolares e etc…

Ou seja, os Pais tem que se dar muito bem, pois é como se ainda vivessem casados, com tarefas e obrigações compartilhadas, até mesmo a decisão de qual lar será melhor para o menor.

Apesar de tudo, não é uma modalidade de guarda obrigatória, por fim, quando a situação torna impossível a adoção desse modelo, a guarda passa a ser unilateral, ou seja, de um dos Genitores.

 

Vagner Cesar de Freitas

vagner@barbosaefreitas.com.br

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.

UA-132776669-1