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Então é Natal…

Então é Natal..., e interessante é o que marca o espírito da nossa época, onde tão puro, esperançoso e salvador acontecimento é marcado exatamente pela ostentação, pelo supérfluo e pelo desperdício

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Então é NATAL… e seu personagem central é JESUS CRISTO! Um menino que nasceu para abençoar a todos com perdão, vida e salvação (“Porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado, e o governo está sobre os seus ombros. E ele será chamado Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso, Pai Eterno, Príncipe da Paz.” – conforme foi revelado pelo profeta Isaias 9.6). Foi por amor que Ele inverteu a lógica de todas as coisas para vir ao nosso encontro e proporcionar tamanha esperança, o apóstolo João ao escrever sobre Sua vida deixou isto muito bem observado no capítulo primeiro e nos versículos 14 ao 16 do seu Evangelho: “Cristo tornou-Se um ser humano, e morou aqui na terra entre nós, e era cheio de perdão amoroso e da verdade. E alguns de nós vimos a glória dEle – a glória do Filho único do Pai celeste! João mostrou Cristo ao povo, dizendo as multidões: “Este é Aquele que é muitíssimo mais importante do que eu – porque Ele já existia muito antes de mim! Todos nós temos tirado proveito das ricas bênçãos que Ele nos trouxe, bênção sobre bênção amontoadas sobre nós!”

Sob a reflexão de tais textos apresentados pelas Sagradas Escrituras, o Natal se torna uma excelente ocasião para aprendermos profundas lições do nosso Salvador, enquanto fazemos uma séria revisão de vida. Talvez a primeira e uma das mais profundas seja a da SIMPLICIDADE. Observemos os relatos do apóstolo Paulo:

“3. Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a si mesmos. 4. Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros. 5. Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus, 6. que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; 7. mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. 8. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até à morte, e morte de cruz! 9. Por isso Deus o exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo nome, 10. para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, no céu, na terra e debaixo da terra, 11. e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai.” Filipenses 2

Todos de alguma maneira desenvolvem a vida buscando reconhecimento e esta busca, por vezes frenética e insana, é que tanto nos individualiza e nos torna tão egoísta a ponto de tantos dos descasos que temos visto e ouvido. Nada, absolutamente nada que se assemelha a Ele.

“E deu à luz o seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem.” Lucas 2.7 – Manjedoura é uma espécie de forma retangular feita de madeira onde habitualmente os animais comem nos estábulos que se tornou popular por ter sido o local onde Jesus Cristo teria sido posto logo após o seu nascimento. Observemos que não havia nada de exagerado e que pudesse demonstrar ostentação ou demasia no local do seu nascimento.

Então é Natal…, e interessante é o que marca o espírito da nossa época, onde tão puro, esperançoso e salvador acontecimento é marcado exatamente pela ostentação, pelo supérfluo e pelo desperdício. Eventos exuberantes com cardápios que nem se pode imaginar são transmitidos ao vivo para uma plebe, conceito utilizado para designar uma classe inferior da sociedade, que a muito perdeu esperança e sonhos de futuro digno. Foi exatamente este o grande projeto do tão nobre anfitrião resgatar esperança e sonhos que se perderão em meio a desprezíveis injustiças. Ele é o grande Salvador e sem distinção convida todos à sua mesa. Este é um dos mais nobres sentidos do Natal, todos à sua mesa!

A sociedade na qual estamos inseridos produz cada vez mais bens e situações de menor necessidade real, provocando assim falsas necessidades que com o passar do tempo se transformam em sentimentos de frustrações e de vazio existencial. Toda a simplicidade da real comemoração do Natal deve nos conscientizar que as coisas mais essenciais da vida, embora complexas, são simples. É a necessidade de relacionamentos intensos e duráveis, resistência às fugas fáceis, fé e objetividade em face das dificuldades da vida.

Sim, o Natal tem por objetivo nos levar a deixar nossas vidas egocêntricas, para vivermos centrados em Deus, no que Ele é e faz e em relação a nós e ao nosso próximo. Ele deseja nos conscientizar sobre o valor da cooperação, da generosidade e do amor ao próximo. Certamente solidariedade é mais uma das suas lições! Nos recorda que Deus não se fez de indiferente, nos lembra que Ele se importa e essa é uma lição muito preciosa para que possamos perder.

Foi por amor que o Pai nos deu de presente o Filho para nos salvar, esta é a lógica do Natal! “Porque Deus amou tanto o mundo que deu seu Filho único, para que todo aquele que nEle crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Deus não enviou o Filho dEle para condenar o mundo, mas para salvá-lo.” João 3.16-17 – “as se alguém não ama nem é bondoso, isso demonstra que ele não conhece a Deus. Porque Deus é amor.” I João 4.8 – Comprovadamente a verdadeira lógica do Natal é o amor.

Nossos olhos precisam estar abertos e nossos ouvidos atentos ao que Deus quer nos ensinar através do nascimento, vida e morte de Jesus. Então, reúna sua família ao redor da mesa para comemorar tão grande feito. A mesa ainda é mais do que uma mobília é um sinal distinto de comunhão familiar que infelizmente caiu no esquecimento.

“No Natal que se aproxima, precisamos pensar menos na festa e mais na pessoa de Jesus. Precisamos devolver a Jesus o sentido do Natal. As luzes, os cânticos, as iguarias, os presentes e toda a nossa agitação são vazios de significado se Jesus não for o centro da nossa vida.” Hernandes Dias Lopes

Bem, então é Natal e começamos a viver em clima de festa! Uma expressão está na boca de todos: comprar, comprar, comprar…! A cidade está enfeitada. O período é aguardado com muita ansiedade pelo comércio, pois, para os comerciantes é época de fazer grandes vendas e também recuperar os prejuízos que possam ter ocorrido durante o ano. Então é Natal, que para muitos é sinônimo de ganhar presentes. Então é Natal, uma noite ou um dia único, regados a muita bebida e comida. “A generosidade periódica dos presentes obrigatórios confunde-se com a sacralização do consumo” Derval Dasilio – Escritor.

“O Natal fala da encarnação do Verbo eterno, pessoal e divino. O Natal anuncia que o criador do universo entrou na história e vestiu pele humana. O Natal fala desse glorioso mistério que a mente mais brilhante não pode alcançar: Deus se fez homem, o Rei dos reis se fez servo. O eterno entrou no tempo. O infinito nasceu de uma virgem. Aquele que nem o céu dos céus pode contê-lo foi enfaixado em panos e deitado numa manjedoura.” Hernandes Dias Lopes – Então é Natal!

Então, não existe Natal feliz se Ele não estiver presente! Ele deve ser nossa fonte inesgotável de inspiração, se não o Natal nunca terá motivos reais para celebração. Enfim é Natal, vamos todos nos assentar com familiares e amigos em torno da mesa, vamos saborear os comes e bebes, mas acima de tudo vamos entronizar Jesus o Cristo em nossos corações. Vamos dividir o pão, o abraço, a gentileza e a humildade. Vamos lutar contra a injustiça, o desprezo e a miséria. Vamos sorrir novamente e dar as boas vindas a esperança pois, “…um menino nos nasceu… E ele será chamado Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso, Pai Eterno, Príncipe da Paz.” Isaias 9.6!

Um Feliz Natal com Jesus!

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