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Cuca diz que barrou saída de Bambu do Santos para o Atlético-PR

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Robson Bambu é titular do Santos neste momento da temporada, mas poderia ser diferente se não fosse pela opinião do técnico Cuca.

O zagueiro esteve perto de ser emprestado para o Atlético-PR, porém, o treinador pediu pela permanência já que ficaria apenas com três para a posição: David Braz foi emprestado para o Sivasspor-TUR e só ficariam Lucas Veríssimo, Luiz Felipe e Gustavo Henrique.

Agora, com Bambu, à disposição, o desafio é renovar o contrato que se encerra no dia 10 de novembro. A situação não é fácil.

“Não podemos ser injustos na vida, temos que ser corretos em todos os sentidos. Um deslize ou outro, mas sem querer. Bambu, se formos ver até antes da chegada, não era tido como grande jogador, não foi buscado, era incógnita. Não me lembro quem falou, se foi o Dimas, falou de ser emprestado para o Atlético-PR e não poderíamos. Precisei dele, tínhamos quatro e vingou. Teve segurança, passou confiança e é um grande jogador. Não podemos achar que está tudo errado, clube não tinha certeza para renovar, empresário busca novos caminhos… Não podemos ser injustos. Temos que chegar num bom senso”, disse Cuca, em entrevista coletiva.

O presidente José Carlos Peres diz que a pedida salarial é alta. A Magnitude, empresa que cuida da carreira do jogador, afirma que não houve discussão sobre valores.

“É acima do que podemos dar. Veio outro dia do sub-20, se firmando agora, muito bom, mas tem jogadores excepcionais na mesma posição. Santos quer negociar para manter, é esforçado, humilde e trabalhador. Não queremos perder. Do jeito que está, vai ser difícil. Não faremos loucuras. Essa besteira a gente não pode cometer. Jogador tem que ter cenourinha para alcançar. Se der tudo, perde”, disse o presidente José Carlos Peres, após reunião do Comitê de Gestão na noite desta segunda-feira, na Vila Belmiro.

“A Magnitude nega que tenha formalizado qualquer valor com a diretoria do Santos Futebol Clube referente à renovação do contrato do atleta Robson Bambu. Em julho de 2017, por iniciativa da Magnitude, foram iniciadas conversas em busca da prorrogação do vínculo de trabalho do jogador. De lá para cá, o assunto foi tratado com oito interlocutores diferentes (desde o departamento de futebol até a presidência). A proposta oficial, muito aquém das expectativas do atleta, foi formalizada apenas no dia 3 de setembro de 2018, a dois meses do término do contrato de trabalho”, aponta a empresa que cuida da carreira do jogador.

Gazeta Esportiva ouviu dois membros da diretoria do Santos e as informações sobre os números pedidos pelos representantes de Bambu são diferentes, ambos fora da realidade do clube: um disse R$ 160 mil de salário e R$ 500 mil em luvas, outro apontou R$ 170 mil de salário e R$ 1 milhão em luvas. Com informações da Gazeta Esportiva.

Imagem de capa: reprodução/ Ivan Storti/SFC

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