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Cães farejadores ajudam no combate ao tráfico de drogas em favelas e aeroportos de São Paulo

No ano passado, eles ajudaram a apreender 23 toneladas de cocaína. Esse ano foram mais cinco toneladas e meia da droga.

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Cães farejadores ajudaram a Polícia Militar a encontrar 439 kg de drogas na tarde desta segunda-feira (15) em Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo onde desde sexta-feira a PM vasculhava ruas e corredores. Foi uma das maiores apreensões do ano.

Os cães farejadores estão envolvidos no trabalho de outros orgãos de segurança e fiscalização. No ano passado, eles ajudaram a apreender 23 toneladas de cocaína. Esse ano foram mais cinco toneladas e meia da droga.

A Receita Federal tem três cães farejadores. Nesta segunda-feira, dois deles foram para a central de distribuição dos Correios, na Lapa. Bart, um cão labrador, percorreu caixas e caixas atrás de drogas. E quando farejou algo, parou. Em uma delas tinha roupas e embalagens de perfumes. Os frascos escondiam cocaína líquida, comprovada pelo reagente que deixa a droga azulada.

A cadela Grace até subiu no compartimento quando sentiu o cheiro desta caixinha. Tinha comprimidos de ecstasy. Os três cães moram e treinam no mesmo lugar: o canil da receita federal. Eles agem de formas diferentes.

A Grace é uma cadela farejadora experiente. Tem nove anos de trabalho. Os condutores dizem que é um tipo de cão chamado de ativo, porque quando encontra a droga escondida ela arranha e bate no local para mostrar que ali tem algo errado escondido.

Bart é um tipo de cão diferente. Ele é chamado de passivo porque, quando encontra a droga, não arranha, não bate no local. Ele apenas para em frente e fica esperando alguém ir tirar lá. Ou alguém dar o brinquedo dele para ele se divertir um pouco.

Nas ações ou em treinamento, os cães não têm contato direto com drogas. É o olfato deles que prevalece.

Eles também ajudam na fiscalização de cargas e bagagens no aeroporto internacional de Guarulhos. Podem ter muitas malas no chão. Mas eles vão direto na que tem drogas. O que os cães indicam, não tem erro. Basta rasgar o fundo das malas, tirar pacotes de cocaína, e prender os traficantes. Esse ano, até o fim de março, os cães ajudaram a apreender 112 quilos de cocaína. 

Tem outro time de cães no Porto de Santos. Esses atuam numa área ainda maior. Eles cheiram cargas e conseguem farejar drogas, mesmo dentro de contêineres de aço.

Com informações do G1

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