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Boituva: ‘Minha fé está me sustentando’, diz mãe de investigador desaparecido há dois meses

Rodrigo de Campos Pereira, de 35 anos, foi visto pela última vez em uma agência bancária de Boituva na segunda-feira (11). Segundo a polícia, ele trabalha em Capela do Alto e mora em Tatuí.

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A mãe do investigador da Polícia Civil desaparecido há dois meses está desesperada em busca de informações do filho. Rodrigo de Campos Pereira, de 35 anos, sumiu no dia 11 de fevereiro após ter sido visto pela última vez em uma agência bancária de Boituva (SP).

Rodrigo Pereira trabalha em Capela do Alto (SP) e mora em Tatuí (SP). A mãe Heleni Aparecida Campos relatou no boletim de ocorrência, no dia do desaparecimento, que Rodrigo saiu de casa com uma motocicleta para levar a namorada até Capela do Alto, onde ela também trabalha como escrivã na delegacia.

“Para mim a última palavra vem de Deus, minha fé está me sustentando. Estou aflita, mas não desisto. Venho todos os dias na delegacia de Boituva, quando não estou aqui vou para a DIG de Itapetininga em busca de notícias”, afirma Heleni em entrevista ao G1.

Imagens do policial em banco estão circulando nas redes sociais — Foto: Reprodução/Facebook

Imagens do policial em banco estão circulando nas redes sociais — Foto: Reprodução/Facebook

Por volta das 11h daquele dia, o policial, que estava em férias, teria informado que ia almoçar com um colega de trabalho e, na sequência, iria para Boituva resolver problemas bancários e visitar o filho, que mora na cidade. Porém, não enviou mais informações e não retornou para a casa.

Heleni afirma que o filho não desapareceria por conta própria, já que ele estava feliz com uma promoção e possível transferência no trabalho, além de estar namorando. Sempre que saía, Rodrigo avisava onde estava, ainda segundo a mãe. 

Ainda de acordo com a mãe, a última visualização de Rodrigo no WhatsApp foi às 17h16 e o filho chegou a sair com uma das armas da Polícia Civil. Imagens da agência bancária que circulam nas redes sociais mostram o investigador na agência bancária por volta das 13h46.  O caso está sendo investigado em sigilo na região de Itapetininga (SP).

Com informações do G1

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